Amanhã, 11 de novembro, Angola comemora o seu 34º aniversário da conquista da independência nacional, proclamada em 1975. A província de Huambo será o local das comemorações simbolizando a reconstrução do país por se tratar de uma das que mais sofreram com a guerra pós-eleitoral de 1992, junto com a província de Kuito. Mas Angola vive seu momento maior no campo político. Está para aprovação a sua futura Constituição. Após as eleições de 2008, Angola pergunta ao seu povo: Que modelo constitucional escolher? O Projecto “A” (Presidencialista), o “B” (Semi-Presidencialista), ou o “C” (Presidencialista Parlamentar)? 'Os três projectos constitucionais foram apresentados sábado e domingo aos cidadãos de todo o país. A expectativa é de que dentro de 15 dias comece a fase de debates e consultas aos cidadãos. A Comissão Constitucional estendeu o período de consultas até 22 de Dezembro, para que os interessados possam estudar os documentos e remeter as suas contribuições à Comissão Constitucional', informa um dos jornais local.
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O Fórum Áfric
a Finance & Investment 2009: Parcerias para o Crescimento & Desenvolvimento, será realizado de 13 a 15/12/2009, em Amesterdão, na Holanda. Consta na programação: Oportunidades de investimento em África ; Reforçar a economia Africana, através da iniciativa privada ; Eficácia dos programas financeiros por parceiros estratégicos; O papel dos bancos no desenvolvimento da iniciativa privada ; Estratégias inovadoras para a promoção do espírito empresarial; O papel das Instituições Financeiras Internacionais; Reforço das capacidades humanas; Projetos de construção e infraestrutura; Melhorar o acesso da energia; Como promover a iniciativa privada no setor Agricola?; Promover a integração regional através do comércio; Apoiar as micro, pequenas e médias empresas ... Mais informações [por cá].
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Filmes africanos abrem retrospectiva do II Festival de Cinema de Luanda
Abertura do Festival Internacional de Cinema de Luanda(09/11), no Instituto Camões. Um ciclo de filmes africanos denominado “Cineclube FicLuanda”, vai, durante esta semana, apresentar uma retrospectiva dos filmes que venceram os grandes prêmios do Festival Pan-Africano de Ouagadougou, no Burkina Faso. O público poderá apreciar filmes clássicos da cinematografia africana e rever obras do cinema africano de realizadores como Abderrahmane Sisako, Idrissa Oueadrogo e Zola Maseko, que tratam da diversidade das realidades de África. O ciclo tem o apoio da França, particularmente da Fond Sud e Fond Image Afrique e encerra na próxima sexta-feira com a exibição do filme sul-africano “Drum”, de autoria de Zola Maseko. No final da projeção, o realizador participa de um debate com o público. Vencedor do grande Prêmio do Fespaco 2005, o filme “Drum” conta a vida de Henry Nxumalo, famoso jornalista de investigação nos anos 50, em Sophiatown, bairro símbolo da resistência cultural em Joanesburgo [no filme, a personagem trabalha numa revista negra de moda, denominada Drum, tida como uma verdadeira arma da época. Nesse período, Henry Nxumalo arriscou a vida, denunciando as condições de tratamento dos negros que sobreviveram na África do Sul, apesar dos anos de segregação e perseguição constante das autoridades]. Organizado pelo Ministério da Cultura, em colaboração com o Instituto Angolano de Cinema e Audiovisuais, Cinemateca de Angola, Aliança Francesa e o Ministério Francês das Relações Exteriores, o FicLuanda será realizado de 20 a 27 de novembro, em Luanda.
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- O que vi por aí -
Enseñar, iluminar, organizar ;
"Es fundamental que las bibliotecas estén en el mundo digital" ; 'Software' del siglo XXI patentado con leyes del XIX ; Un hongo y las largas sequías amenazan la dehesa española ; Un vistazo a la vida cotidiana de los mayas ; Lula da Silva, presidente... y héroe de cine ; Nicaragua se hunde en la miseria ; Um dos prédios mais altos do mundo vai virar "verde" ; Timor-Leste: Internet chega às escolas em Janeiro ; Os suíços têm medo dos minaretes e não são os únicos na Europa ; Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos ; Os semáforos são a vingança do Leste ; Planeta tem menos petróleo do que as estatísticas oficiais dizem ; Rastreio identifica 38 por cento de pessoas em risco ou já com diabetes ; Insulza considera difícil que se retome el diálogo en Honduras ;
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